fevereiro 08, 2006

Para rir... ou não!

"Em Havana, Cuba, vai um garoto pela estrada,cruza-se com Fidel Castro.Este, ao ver que o garoto o ignora, pergunta-lhe:
- Oye niño, sabes tú quién soy yo?
- No señor, no se quién es usted, ni me interesa.
Fidel muito chateado diz-lhe:
- Como castigo por no conocer al comandante Castro, ahora mismo tienes que decirme 20 palabras que comiencen con la letra "C" para que nunca más en tu vida se te olvide que mi apellido es Castro con la letra "C".
E o miudo diz:
- Compañero Comandante Castro, cómo y cuando,carajo, comeremos carne con cerveza Corona como comen los cabrones comilones del Comité CentralComunista Cubano...
Fidel ficou de boca aberta, e após um momento disse:
- Falta una!
E o miudo concluiu:
- Cabrón!"

Anedota enviada por mail

janeiro 26, 2006

Quinta à noite!


Já só falta uma para o fim de semana! ;D

dezembro 29, 2005

Tempo de fado

Esta noite que agora terminou fica para o albúm. Tudo começou como se de mais um jantar de amigos se tratasse... - Como se isso não bastasse!!! O "simples" repasto tornou-se em algo de fantástico pois à jantarada juntaram-se cordas e sons que ecoaram entre Coimbra e Lisboa. Deveras fantástico... Obrigado a todos pela Vossa presença e por passados estes anos continuarmos próximos apesar da distância por vezes prevalecer. Um Bom Ano a todos se por aqui não passar entretanto.

dezembro 28, 2005

Justificação

Sei que ultimamente ando um pouco ausente deste espaço. A verdade é que não tenho tido paciência para computadores! Depois de estar oito horas (às vezes mais!!!) à frente do pc chego a casa e só me apetece o quentinho dos lençóis de flanela que envolvem o colchão e a minha pessoa. Daí também ser raro ligar o msn, encher-vos a caixa de mails and so on (:D). O que hoje me traz a este espaço é outra justificação. Bem sei que sou um pouco convencido e por vezes arrogante mas se, porventura, acenarem para mim num qualquer espaço e eu fizer de conta que não vos vejo não é arrogância ou outra coisa pior é mesmo cegueira. A verdade é que não vejo um palmo à frente (sinceramente noutras situações também não sei se alguma vez vi!!) contudo nos últimos tempos tenho tido imensa dificuldade para reconhecer rostos apartir de certa distância daí que por vezes me acenem e eu fique com cara de intrigado do género "- Quem será!?". Poderão pensar algo como "-Olha-me este! Rica desculpa! É parvo e ponto.". Mas, acreditem não é esse o caso... Bem às vezes até que sou bem parvo!! Mas nunca numa situação dessas. Posto isto gostaria de pedir desculpa, em particular à colega que esteve a acenar para mim no café e a fazer figurinha e eu nada disse (só para imaginarem o café tem talvez vinte metros no máximo!!!) e à rapariga que passou a dois metros de mim na "feira de trapos" no estádio e me cumprimentou e eu nada disse. Em geral, a todos os outros que tenha feito ou possa vir a fazer o mesmo. Sugestões para oftalmologistas agradecem-se. Abraços para eles e beijos para elas.

dezembro 01, 2005

novembro 06, 2005

Comunicação Interna

Cara(o) Candidata(o),

Agradecemos o seu interesse e candidatura ao Programa Inov Contacto. Lamentamos informar que apesar de ter ultrapassado com sucesso as provas de selecção efectuadas na empresa de recursos humanos, não foi possível alocá-la(o) a nenhum dos pedidos de estágio solicitados pelas empresas candidatas ao Inov Contacto.

Este facto deve-se a diversos factores:

i) os pedidos das empresas para recursos humanos da sua área de formação académica foram reduzidos;
ou
ii) a classificação final atribuída pela empresa de recrutamento na sequência do processo de selecção colocou outros candidatos em melhores condições.

Deste modo, não será possível integrar a edição do Inov Contacto que se inicia no próximo domingo, o que não invalida uma eventual candidatura no próximo ano.

No caso de candidatos que se tenham inscrito numa das outras fileiras (Sectorial e/ou Técnica) a eliminação na Fileira Tecnológica, não prejudica o processo das restantes.

Apresentamos os melhores cumprimentos e desejamos os maiores sucessos profissionais.

outubro 29, 2005

À conquista do espaço!

Foi desta postidela que surgiu a anterior. Como todos os que escrevem, bem sabem, por vezes, quando se inicia um texto sem rumo bem definido, em volta de um determinado tema, a tinta, na maioria dos casos, foge para outro. Mas, o que queria escrever era acerca da incessante necessidade das pessoas, neste caso eu, de ter o meu espaço. Aqui tenho um espaço virtual, contudo necessito, como grande maioria dos meus contemporâneas, do meu próprio espaço físico, do meu canto, da minha casa, do meu lar. Não necessito, nem quero que seja o final, e, neste sentido, tenho encetado conversações com os meus Pais que, na maioria das vezes, acabam em discussões. Espero que esteja para breve... e, penso que hoje foi o lançamento da primeira pedra. Haja esperança!

Era uma vez.. no Espaço!

Quem se lembra da série? Belas manhãs enroladinho no cobertor e deitado no sofá, enquanto lá fora chuviam cães e gatos... Isso sim, eram desenhos animados... E a letra, alguém se lembra? Para os mais nostálgicos aqui fica a letra.

Lá em cima há planícies sem fim
Há estrelas que parecem correr
Há o Sol e o dia a nascer
E nós aqui sem parar numa Terra a girar

Lá em cima há um céu de cetim
Há cometas, há planetas sem fim
Galileu teve um sonho assim
Há uma nave no espaço a subir passo a passo




Lá em cima pode ser o futuro
Alegria, vamos saltar o Mundo
E a rir, unidos num abraço
Vamos contar uma história
Era uma vez o Espaço

Lá em cima já não há sentinelas
Sinfonia toda feita em estrelas
Uma casa sem portas nem janelas
É estender um braço e tu estás no Espaço!

Tempo de Família!

A selva do quotidiano tem me conduzido a uma abstracção completa e profunda da realidade da minha Família. E, agora que o penso, lamento-o. A noite de ontem foi de reunião familiar, não a de sangue, mas a que vai fazer parte de algumas das histórias, parábolas e analogias que vamos um dia contar aos nossos mais novos. E, foi fantástica! É bom estar! É bom sentir! É bom sorrir! É bom partilhar! Contudo, dei conta que, de alguma forma, tenho-me alheado da vida dos amigos o que me torna mais pobre e egoísta. Não posso continuar a compactuar com isto e só espero ter esta percepção de tempo a tempo.

A todos as minhas mais sinceras desculpas.

setembro 17, 2005

Pensamento de há uns dias

"É impossível para um homem apreender aquilo que ele acha que já sabe" - Epícteto

agosto 24, 2005

Boca da praxe...

Um beijo grande para a amiga sportinguista que ajudou à boca:

Será que este ano o Natali é Iaquinta?

agosto 06, 2005

CGD - Candidatura Expontânea

Jovem licenciado em Economia oferece-se para cargo de administrador no Grupo Caixa Geral de Depósitos. Disponibilidade imediata para contrato temporário com cláusula de rescisão choruda.

Nichos de Mercado



O novo grande nicho de mercado em Portugal, enquanto ainda existirem florestas para arder, é a de prestação de serviços de aluguer de helicópteros para combate a incêndios. Quem tiver capital para investir e necessite da elaboração de um projecto de investimento é livre de deixar os contactos na área de comentários.

Cúmulo do bairrismo altruístico

Querer que chova mais na sua cidade do que no resto do País, tendo em conta a seca nacional.

Cúmulo do bairrismo

Ao ver o boletim meteorológico ficar chateado por a sua cidade não atingir a temperatura mais alta do país.

Ser ou não ser?!

Ser ou não ser, estar ou não estar, escrever ou não escrever?! Perguntas, perguntas e mais perguntas; estados de espírito, disposições, humores, coerência, incoerência, enfim.. dores de cabeça e problemas! Infelizes de nós... Certas postidelas não podem ou não devem ser feitas enquanto quem escreve não achar que o deva fazer uma vez que certos textos não passam de meras frases de encadeamento futuro. Quando em grupo, falamos, discutimos, trocamos ideias, ofendemos sem nos darmos conta e, simultaneamente, não pensamos o que dizemos, mais tarde ou mais cedo acabamos por ser catalogados de certa forma e, apartir daí, temos de assumir aquele papel, por muito que o não queiramos. Ao escrever tal não acontece estamos a ser (somos) nós, abrimos o nosso eu, somos aquilo que pretendemos, mostramos o que realmente se passa cá dentro, o que pensamos (ou não!), somos diferentes. Contudo, quando muitas pessoas do mesmo tempo têm acesso ao nosso espaço, ao nosso canto, ao nosso diário, quando começamos a ser lidos, a responsabilidade aumenta, há mais cuidado com o que se publica. Temos medo... muito medo! Assim e à questão ser ou não ser eu respondo, porque não, ser e não ser... Os espaços que frequentamos são os nossos palcos onde interpretamos diferentes papéis, temos diferentes atitudes, segmentamos, discriminamos, pois os públicos são diferentes. Afinal de contas, sempre somos actores nesta vida, certo?!

julho 31, 2005

julho 24, 2005

Do baú do Bartoon















Há uns dias atrás vi este cartoon de Luís Afonso na secção do Bartoon do Público e, embora remonte a 02 de Outubro de 2001, penso que continua bastante actual...

julho 22, 2005

A incompetência

Ultimamente tenho ouvido várias pessoas dizerem que não suportam a incompetência, algo que concordo em grande parte. Contudo, desde que voltei a trabalhar na banca encaro esta situação de outra forma. Por vezes, tenho-me sentido incompetente, pois ainda não consegui relembrar e organizar mentalmente os procedimentos/passos certos de determinadas tarefas. Bem sei que (re)comecei há uma semana mas ainda não me sinto nas minhas capacidades plenas, e, acreditem, isso chateia-me. No entanto, espero dentro de uma semana estar completamente operacional nas tarefas que aprendi no ano passado por esta altura. Isto tudo para tentar relacionar a incompetência e a nossa ignorância acerca da outra pessoa, do seu estado/situação, dos seus problemas, da sua envolvente, etc.. No meu caso, como sou cromo e desculpo-me com a minha ignorância safo-me... e quem não tem a minha cara de pau!? Acho que por vezes não damos ao outro a compreensão que este necessita. Obviamente, não estou a falar do incompetente que repetidamente é incompetente (esta redundância foi propositada!). No entanto, acho de bom tom sermos mais pacientes pois muitas vezes estamos a pedir ao funcionário da era da esferográfica que seja tão produtivo como o empregado da era tecnológica e vice-versa, pois, não se esqueçam, que o "choque" é só para alguns... e, infelizmente, continuamos a ter empresários (patrões) a sofrer de miopia e avareza e que pensam "Para quê um computador se há folha e caneta!".