Cara(o) Candidata(o),
Agradecemos o seu interesse e candidatura ao Programa Inov Contacto. Lamentamos informar que apesar de ter ultrapassado com sucesso as provas de selecção efectuadas na empresa de recursos humanos, não foi possível alocá-la(o) a nenhum dos pedidos de estágio solicitados pelas empresas candidatas ao Inov Contacto.
Este facto deve-se a diversos factores:
i) os pedidos das empresas para recursos humanos da sua área de formação académica foram reduzidos;
ou
ii) a classificação final atribuída pela empresa de recrutamento na sequência do processo de selecção colocou outros candidatos em melhores condições.
Deste modo, não será possível integrar a edição do Inov Contacto que se inicia no próximo domingo, o que não invalida uma eventual candidatura no próximo ano.
No caso de candidatos que se tenham inscrito numa das outras fileiras (Sectorial e/ou Técnica) a eliminação na Fileira Tecnológica, não prejudica o processo das restantes.
Apresentamos os melhores cumprimentos e desejamos os maiores sucessos profissionais.
novembro 06, 2005
outubro 29, 2005
À conquista do espaço!
Foi desta postidela que surgiu a anterior. Como todos os que escrevem, bem sabem, por vezes, quando se inicia um texto sem rumo bem definido, em volta de um determinado tema, a tinta, na maioria dos casos, foge para outro. Mas, o que queria escrever era acerca da incessante necessidade das pessoas, neste caso eu, de ter o meu espaço. Aqui tenho um espaço virtual, contudo necessito, como grande maioria dos meus contemporâneas, do meu próprio espaço físico, do meu canto, da minha casa, do meu lar. Não necessito, nem quero que seja o final, e, neste sentido, tenho encetado conversações com os meus Pais que, na maioria das vezes, acabam em discussões. Espero que esteja para breve... e, penso que hoje foi o lançamento da primeira pedra. Haja esperança!
Era uma vez.. no Espaço!
Quem se lembra da série? Belas manhãs enroladinho no cobertor e deitado no sofá, enquanto lá fora chuviam cães e gatos... Isso sim, eram desenhos animados... E a letra, alguém se lembra? Para os mais nostálgicos aqui fica a letra.
Lá em cima há planícies sem fim
Há estrelas que parecem correr
Há o Sol e o dia a nascer
E nós aqui sem parar numa Terra a girar
Lá em cima há um céu de cetim
Há cometas, há planetas sem fim
Galileu teve um sonho assim
Há uma nave no espaço a subir passo a passo

Lá em cima pode ser o futuro
Alegria, vamos saltar o Mundo
E a rir, unidos num abraço
Vamos contar uma história
Era uma vez o Espaço
Lá em cima já não há sentinelas
Sinfonia toda feita em estrelas
Uma casa sem portas nem janelas
É estender um braço e tu estás no Espaço!
Lá em cima há planícies sem fim
Há estrelas que parecem correr
Há o Sol e o dia a nascer
E nós aqui sem parar numa Terra a girar
Lá em cima há um céu de cetim
Há cometas, há planetas sem fim
Galileu teve um sonho assim
Há uma nave no espaço a subir passo a passo

Lá em cima pode ser o futuro
Alegria, vamos saltar o Mundo
E a rir, unidos num abraço
Vamos contar uma história
Era uma vez o Espaço
Lá em cima já não há sentinelas
Sinfonia toda feita em estrelas
Uma casa sem portas nem janelas
É estender um braço e tu estás no Espaço!
Tempo de Família!
A selva do quotidiano tem me conduzido a uma abstracção completa e profunda da realidade da minha Família. E, agora que o penso, lamento-o. A noite de ontem foi de reunião familiar, não a de sangue, mas a que vai fazer parte de algumas das histórias, parábolas e analogias que vamos um dia contar aos nossos mais novos. E, foi fantástica! É bom estar! É bom sentir! É bom sorrir! É bom partilhar! Contudo, dei conta que, de alguma forma, tenho-me alheado da vida dos amigos o que me torna mais pobre e egoísta. Não posso continuar a compactuar com isto e só espero ter esta percepção de tempo a tempo.
A todos as minhas mais sinceras desculpas.
A todos as minhas mais sinceras desculpas.
setembro 17, 2005
Pensamento de há uns dias
"É impossível para um homem apreender aquilo que ele acha que já sabe" - Epícteto
agosto 24, 2005
Boca da praxe...
Um beijo grande para a amiga sportinguista que ajudou à boca:
Será que este ano o Natali é Iaquinta?
Será que este ano o Natali é Iaquinta?
agosto 21, 2005
agosto 06, 2005
CGD - Candidatura Expontânea
Jovem licenciado em Economia oferece-se para cargo de administrador no Grupo Caixa Geral de Depósitos. Disponibilidade imediata para contrato temporário com cláusula de rescisão choruda.
Nichos de Mercado

O novo grande nicho de mercado em Portugal, enquanto ainda existirem florestas para arder, é a de prestação de serviços de aluguer de helicópteros para combate a incêndios. Quem tiver capital para investir e necessite da elaboração de um projecto de investimento é livre de deixar os contactos na área de comentários.
Cúmulo do bairrismo altruístico
Querer que chova mais na sua cidade do que no resto do País, tendo em conta a seca nacional.
Cúmulo do bairrismo
Ao ver o boletim meteorológico ficar chateado por a sua cidade não atingir a temperatura mais alta do país.
Ser ou não ser?!
Ser ou não ser, estar ou não estar, escrever ou não escrever?! Perguntas, perguntas e mais perguntas; estados de espírito, disposições, humores, coerência, incoerência, enfim.. dores de cabeça e problemas! Infelizes de nós... Certas postidelas não podem ou não devem ser feitas enquanto quem escreve não achar que o deva fazer uma vez que certos textos não passam de meras frases de encadeamento futuro. Quando em grupo, falamos, discutimos, trocamos ideias, ofendemos sem nos darmos conta e, simultaneamente, não pensamos o que dizemos, mais tarde ou mais cedo acabamos por ser catalogados de certa forma e, apartir daí, temos de assumir aquele papel, por muito que o não queiramos. Ao escrever tal não acontece estamos a ser (somos) nós, abrimos o nosso eu, somos aquilo que pretendemos, mostramos o que realmente se passa cá dentro, o que pensamos (ou não!), somos diferentes. Contudo, quando muitas pessoas do mesmo tempo têm acesso ao nosso espaço, ao nosso canto, ao nosso diário, quando começamos a ser lidos, a responsabilidade aumenta, há mais cuidado com o que se publica. Temos medo... muito medo! Assim e à questão ser ou não ser eu respondo, porque não, ser e não ser... Os espaços que frequentamos são os nossos palcos onde interpretamos diferentes papéis, temos diferentes atitudes, segmentamos, discriminamos, pois os públicos são diferentes. Afinal de contas, sempre somos actores nesta vida, certo?!
julho 31, 2005
julho 24, 2005
Do baú do Bartoon

Há uns dias atrás vi este cartoon de Luís Afonso na secção do Bartoon do Público e, embora remonte a 02 de Outubro de 2001, penso que continua bastante actual...
julho 22, 2005
A incompetência
Ultimamente tenho ouvido várias pessoas dizerem que não suportam a incompetência, algo que concordo em grande parte. Contudo, desde que voltei a trabalhar na banca encaro esta situação de outra forma. Por vezes, tenho-me sentido incompetente, pois ainda não consegui relembrar e organizar mentalmente os procedimentos/passos certos de determinadas tarefas. Bem sei que (re)comecei há uma semana mas ainda não me sinto nas minhas capacidades plenas, e, acreditem, isso chateia-me. No entanto, espero dentro de uma semana estar completamente operacional nas tarefas que aprendi no ano passado por esta altura. Isto tudo para tentar relacionar a incompetência e a nossa ignorância acerca da outra pessoa, do seu estado/situação, dos seus problemas, da sua envolvente, etc.. No meu caso, como sou cromo e desculpo-me com a minha ignorância safo-me... e quem não tem a minha cara de pau!? Acho que por vezes não damos ao outro a compreensão que este necessita. Obviamente, não estou a falar do incompetente que repetidamente é incompetente (esta redundância foi propositada!). No entanto, acho de bom tom sermos mais pacientes pois muitas vezes estamos a pedir ao funcionário da era da esferográfica que seja tão produtivo como o empregado da era tecnológica e vice-versa, pois, não se esqueçam, que o "choque" é só para alguns... e, infelizmente, continuamos a ter empresários (patrões) a sofrer de miopia e avareza e que pensam "Para quê um computador se há folha e caneta!".
O Português Ideal
"...sobre o português ideal. Assim: tem uma pensão de 1600 contos por mês; tem dois meses de férias como os juízes; reforma-se aos 57 anos como os enfermeiros; acumula um lugar de vogal na Fundação Luso-Americana com o seu emprego, (...); tem o sistema de saúde dos polícias; tem uma verruga mais uma dioptria no olho esquerdo, e mais outro achaque qualquer para chegar aos 80 por cento de deficiência, e quase não paga impostos; tem a esposa na TAP e viaja com descontos; tem um pai militar e faz as compras na Manutenção Militar; tem a mãe médica e não paga consultas, ao abrigo do estatuto deontológico da Ordem dos Médicos; e possui um cartão do PS e outro do PSD pelo que arranja sempre um «tacho»."
Recebido por e-mail
Recebido por e-mail
julho 11, 2005
Tempo de Reflexão
Neste fim de semana estive fora da santa terrinha. Casou-se um amigo com uma amiga e foi muito bom vê-los felizes! Também foi bom rever outros com quem privei no passado. Trocaram-se contactos, falou-se da comida, dos putos sentados na mesa agarrados aos jogos dos seus telemóveis, da economia portuguesa, discutiram-se soluções, business ideas and so on... Findo casamento para mim; fui dormir a um hotel, umas voltas nos canais disponíveis e já chega. Volta para um lado, volta para o outro, cigarro à janela, zapping na televisão, sirene do quartel de Bombeiros. Chinfrim Absoluto! Ao fim de cinco minutos, decido vir à recepção, sem objectivo algum mas pelo simples facto de sair do quarto e não acabar com algum choque "otológico". Bebi uma água, mais um cigarro, sempre acompanhado pelo magnífico som da sirene, que tinha como objectivo acordar e chamar os bravos Bombeiros, neste caso os voluntários das freguesias circundantes de Fafe. Como não era o único na sala iniciou-se uma ligeira conversa sobre os incêndios, os interesses que servem e, claro está, do actual estado da economia Portuguesa. Acabei a falar com um emigrante, com a 4ª classe, como fazia questão de referir, mas com uma larga experiência de vida e conhecimento de causa de culturas e sociedades diferentes. A conversa resumiu-se ao seguinte: Eu pago impostos, não acredito nos políticos, eles andam a encher os bolsos deles e, o mais marcante, Deus é o caminho! Não pensem porém que fosse um pregador, simplesmente era um homem de muita fé... De volta ao quarto, reparei que havia um Novo Testamento numa das prateleiras da mesinha de cabeceira e acreditem fiquei até cerca das cinco da manhã a ler. Foi bom reflectir, ler e perceber a diferença entre o escrito e o transmitido.
Ás vezes sinto-me...
"Deficiente"
É aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco"
É quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego"
É aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo"
É aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo"
É aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico"
É quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético"
É quem não consegue ser doce.
"Anão"
É quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois
"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.
"A amizade é um amor que nunca morre."
(Mário Quintana)
Recebido por e-mail - a definição correcta de certos termos
Título adaptado
É aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco"
É quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego"
É aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo"
É aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo"
É aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico"
É quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético"
É quem não consegue ser doce.
"Anão"
É quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois
"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.
"A amizade é um amor que nunca morre."
(Mário Quintana)
Recebido por e-mail - a definição correcta de certos termos
Título adaptado
julho 01, 2005
Fahrenheit 9/11
Hoje vi pela primeira vez este documentário que todo o mundo já sabe o que relata. Fiquei estupefacto. E, se tudo o que esta obra de Michael Moore retrata for verdade dá vontade de gritar tal como a pobre velha iraquiana, que tinha acabado de perder e enterrar cinco familiares.
junho 21, 2005
O preço do gelo
Depois do belo do repasto fiz-me pelas ruas de Coimbra na procura de um espaço onde tomar a cafezada. Algumas voltas pelas ruas e ruelas, muito sol, pessoas encostadas às sombras curtas dos prédios, vento nem senti-lo, calor muito, vontade de trabalhar muito pouca, rua visconde da luz, e voilá:
13h37 - Café Santa Cruz, Coimbra, Portugal
Entro. Belo monumento, sítio agradável, melhor apresentação do que há uns anos atrás, as mesmas cadeiras, sento-me, acendo um cigarro, empregado aproxima-se e peço um café e um copo com duas pedras de gelo.
STOP!
- Café com gelo! É 1,40 €!
Não que eu lhe tivesse perguntado, mas logo de seguida repliquei:
- Então traga só o café (0,70 €)!
Podia ter perguntado quanto custava o gelo e fazia o número das migalhas mas é melhor não! Deu-me vontade de dizer bem alto: "DASSE! Vão roubar para a estrada!", mas depois lembrei-me que já têm esplanada...
13h37 - Café Santa Cruz, Coimbra, Portugal
Entro. Belo monumento, sítio agradável, melhor apresentação do que há uns anos atrás, as mesmas cadeiras, sento-me, acendo um cigarro, empregado aproxima-se e peço um café e um copo com duas pedras de gelo.
STOP!
- Café com gelo! É 1,40 €!
Não que eu lhe tivesse perguntado, mas logo de seguida repliquei:
- Então traga só o café (0,70 €)!
Podia ter perguntado quanto custava o gelo e fazia o número das migalhas mas é melhor não! Deu-me vontade de dizer bem alto: "DASSE! Vão roubar para a estrada!", mas depois lembrei-me que já têm esplanada...
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